Acordar tarde para uma manhã de sol, combinar um almoço com 3 pessoas maravilhosas, numa esplanada solarenga de Belém. Almoço que se arrastou entre conversas e gargalhadas, terminando num banco de jardim na companhia de pastéis de belém (eu cá não comi, porque enjoei depois de ter trabalhado lá em frente uns meses). Ao fim da tarde, rumo ao estádio para ver o meu Sporting ganhar ao Benfica, depois de uma incursão pelo descampado à procura do telemóvel desaparecido (e reaparecido!). Se por altura do fim do jogo pensava que nada podia melhorar o dia, a noite veio provar-me o contrário. Bairro Alto por uma nova perspectiva, companhia 5 estrelas, muitos risos, muita boa disposição, muita descoberta... e sim, gostei de ter ido ao Bairro Alto num sábado à noite de Carnaval (contrariando as declarações da semana passada!). E para o fim, chegar a casa às 7 da manhã extasiada por sentir-me viva, sem remorsos, LEVE! De tudo, fica esta música dos Clã:morrer de amor, morrer devagar
e ressuscitar
morrer um pouco, nascer outra vez
reviver talvez
fala comigo desconhecido
tão diferente e tão parecido
filme de amor com beijo no fim
em technicolor
último aviso, partida iminente
frio morno quente
último embarque rumo ao paraíso
primeiro dente do siso
não me abandones nesta margem
eu sou parte da viagem
morrer de amor, morrer devagar
e ressuscitar
morrer um pouco, nascer outra vez
reviver talvez
fala comigo desconhecido
tão diferente e tão parecido
perto de mim, mais longe do corpo
no lugar do morto
vira-me do avesso, amor
corta-me aos pedaços
eu cresço e desapareço
seguindo os meus próprios passos
eu cresço e desapareço
não me abandones nesta margem
eu sou parte da viagem
capitão coração
sempre fora de mão
morrer de amor, morrer devagar
filme de amor com beijo no fim
em technicolor
e ressuscitar
morrer um pouco, nascer outra vez
reviver talvez
fala comigo desconhecido
tão diferente e tão parecido
filme de amor com beijo no fim
em technicolor
último aviso, partida iminente
frio morno quente
último embarque rumo ao paraíso
primeiro dente do siso
não me abandones nesta margem
eu sou parte da viagem
morrer de amor, morrer devagar
e ressuscitar
morrer um pouco, nascer outra vez
reviver talvez
fala comigo desconhecido
tão diferente e tão parecido
perto de mim, mais longe do corpo
no lugar do morto
vira-me do avesso, amor
corta-me aos pedaços
eu cresço e desapareço
seguindo os meus próprios passos
eu cresço e desapareço
não me abandones nesta margem
eu sou parte da viagem
capitão coração
sempre fora de mão
morrer de amor, morrer devagar
filme de amor com beijo no fim
em technicolor
É TÃO BOM ESTAR VIVA... a ressacar da noite passada, mas FELIZ!