De noite na cama

eu fico pensando (como a música da Marisa Monte). Penso e escrevo mentalmente tudo o que gostaria de passar para o papel, para o blog, para o mundo. Penso e penso ao ponto de, mentalmente, colocar a pontuação no que escrevo. Mas algo me impede de escrever o que realmente tenho cá dentro. Talvez o medo de, se escrito, tudo o que sinto se torna real... ainda mais real... e definitivo. Se calhar é o medo de admitir o que evito adimitir a mim própria, vergonha de quem sou, a concretização do falhanço que é a minha vida e a minha felicidade inexistente. Acreditem que é assustador... e muito, mas muito frustrante.